Antes, a questão era descobrir se a vida precisava de ter algum significado para ser vivida. Agora, ao contrário, ficou evidente que ela será vivida melhor se não tiver significado.
“Proibido (…) passear por sentimentos desesperados de cabeça
para baixo, proibido emoções cálidas, angústias fúteis, fantasias
mórbidas e memórias inúteis…” (Caio Fernando Abreu)
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